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Manuella Consorte e Prsicila Louise prestigiam a peça ‘A Menina do Kung Fu’


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As modelos mirins Manuella Consorte e Priscila Louise foram prestigiar a peça ‘A Menina do Kung Fu’ neste sábado (10) no Teatro Gláucio Gil. As amigas assistiram a história de Belinha (MONIQUE VAILLÉ)menina de 9 anos, cega, que se matricula numa academia de Kung Fu. Elas ficaram atentas a cada encenação e aprenderam, através da aventura e emoção, como é importante a inclusão para todos.

“A Menina do Kung Fu’ é um exemplo de muita superação, garra e determinação. E que o preconceito ‘não está com nada’. O sábado foi de muito aprendizado e sem dúvida, diversão!

Fotos: Divulgação


As modelos mirins Manuella Consorte e Priscila Louise foram prestigiar a peça ‘A Menina do Kung Fu’ neste sábado (10) no Teatro Gláucio Gil. As amigas assistiram a história de Belinha (MONIQUE VAILLÉ)menina de 9 anos, cega, que se matricula numa academia de Kung Fu. Elas ficaram atentas a cada encenação e aprenderam, através da aventura e emoção, como é importante a inclusão para todos.

“A Menina do Kung Fu’ é um exemplo de muita superação, garra e determinação. E que o preconceito ‘não está com nada’. O sábado foi de muito aprendizado e sem dúvida, diversão!

Fotos: Divulgação


As modelos mirins Manuella Consorte e Priscila Louise foram prestigiar a peça ‘A Menina do Kung Fu’ neste sábado (10) no Teatro Gláucio Gil. As amigas assistiram a história de Belinha (MONIQUE VAILLÉ)menina de 9 anos, cega, que se matricula numa academia de Kung Fu. Elas ficaram atentas a cada encenação e aprenderam, através da aventura e emoção, como é importante a inclusão para todos.

“A Menina do Kung Fu’ é um exemplo de muita superação, garra e determinação. E que o preconceito ‘não está com nada’. O sábado foi de muito aprendizado e sem dúvida, diversão!

Fotos: Divulgação


As modelos mirins Manuella Consorte e Priscila Louise foram prestigiar a peça ‘A Menina do Kung Fu’ neste sábado (10) no Teatro Gláucio Gil. As amigas assistiram a história de Belinha (MONIQUE VAILLÉ)menina de 9 anos, cega, que se matricula numa academia de Kung Fu. Elas ficaram atentas a cada encenação e aprenderam, através da aventura e emoção, como é importante a inclusão para todos.

“A Menina do Kung Fu’ é um exemplo de muita superação, garra e determinação. E que o preconceito ‘não está com nada’. O sábado foi de muito aprendizado e sem dúvida, diversão!

Fotos: Divulgação


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