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Bolsonaro fala sobre a escolha de Alexandre Ramagem de Diretor-geral da PF

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Foi publicado hoje (28), no Diário Oficial da União, a nomeação do novo ministro da Justiça e Segurança Pública, André Luiz de Almeida Mendonça, que era o Advogado-geral da União (AGU) e do diretor-geral da Polícia Federal, Alexandre Ramagem Rodrigues, que era dirigente da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e amigo da família Bolsonaro.

Ramagem era delegado federal, se tornou mais próximo da família durante as eleições a presidencial da república em 2018, ele era coordenador de segurança da campanha eleitoral de Bolsonaro.

No lugar de Moro, foi escolhido André Mendonça, pastoral evangélico da Igreja Presbiteriana e funcionário de carreira que chefiava a AGU.

Mendonça e Ramagem estão dentro das exigências legais para os cargos. Alguns juristas se dividem sobre a escolha de Ramagem, que é amigo da família presidencial, por Moro ter deixado o cargo acusando Bolsonaro de querer intervir politicamente na PF para conseguir informações sobre investigações que estão em curso.

Gilson Dipp, ex-presidente do Superior Tribunal de Justiça Gilson, disse não ter conhecimento de informações “em desfavor” de Ramagem do ponto de vista de sua carreira profissional, que trabalha como delegado da PF desde 2005. Ele também considera que a nomeação iria contra o artigo 37 da Constituição Federal.

Ele acredita que a avaliação do Supremo Tribunal Federal poderia barrar a escolha, mas, por prudência, isso deveria ser definido em julgamento do plenário, e não por liminar individual de um ministro, como ocorreu com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.


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