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Líbano libera o cultivo da maconha

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O parlamento Libanês, anunciou hoje, 22, a liberação do cultivo da maconha, no país. Contudo o cultivo foi permitido, desde que utilizado para fins medicinais e industriais. Entretanto, a ideia é que a liberação para o cultivo traga ao país, inclusive, benefícios econômicos.

O Líbano é uma democracia parlamentar e  um país de pluralidade religiosa. Vários tópicos foram discutidos antes da aprovação do cultivo da erva, pelo parlamento. No Brasil, o cultivo da erva é considerado ilegal em qualquer circunstância, mesmo para fins medicinais.

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A liberação do cultivo de cannabis, no Brasil. é considerado tabu e, geralmente, associado às políticas de esquerda. E, no Líbano, a aprovação do cultivo de Cannabis contou com a participação do  bloco do Partido Socialista Progressista com, com 9 deputados e o bloco do Líbano  que é considerado um dos mais importantes, e conta com 29 deputados liderados por Gebran Bassil, genro do presidente do Líbano, Michel Aon.

 

O Movimento Patriótico livre, que compõem o bloco do Líbano, é de origem militar de extrema direita e fundado pelo presidente do Líbano. Tudo leva a entender que a profunda crise financeira que o país atravessa, tenha influenciado na decisão de liberar o cultivo da planta. 

 

O parlamento Libanês está “enxergando” o cultivo de cannabis como uma das saídas para atual crise econômica. Contudo, para o deputado Ziad Aswad afirmou: “Nosso parlamento legislou a lei mais perigosa para o país. Cultivo de maconha ou haxixe. 

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