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Mercado BTC: Grupo Bitcoin Banco Sofre mandado de Busca e Apreensão

Grupo Bitcoin Banco uma das maiores exchanges da América-Latina, sobre mandado de busca e apreensão.


O Grupo Bitcoin Banco (GBB), uma das maiores empresas do mercado BTC, sofreu dia 20 de agosto uma ação policial em sua sede, que tinha como objetivo resgatar bitcoins de seus clientes.

De maneira idêntica aconteceu com os bens do presidente da empresa. Mas, o que tudo indica é que ele já está com data marcada para sair do país.  Já a empresa diz está colaborando de todas as formas e que todos os valores serão pagos.

mercado BTC
Grupo Bitcoin Banco gigante no mercado BTC, sobre determinação judicial de busca e apreensão / Diário Prime.

O mercado BTC e GBB, relações tensas

Na manhã do dia 20/08 a sede do Grupo Bitcoin Banco amanheceu um tanto diferente. Ao invés dos seus tradicionais funcionários, a empresa teve a presença da polícia do Paraná onde fica a sede do GBB.

De acordo com os policiais eles cumpriam um mandado de busca e apreensão à sede da empresa que fica na rua Carlos de Carvalho, Centro do Paraná.

O mandado que faz parte do processo 0018020-54.2019.8.16.0001 e tinha o intuito de recolher os bitcoins da empresa.

O processo que foi aberto por duas investidoras do mercado BTC através do Grupo Bitcoin Banco. Jaqueline Bresolin e Michele Borghetti Furlan, as clientes que estipularam o valor da causa em R$ 1.445.388,01.

Na ação foram utilizadas 4 viaturas e 10 policiais, com o propósito de apreender cerca de 25 Bitcoins.

Assim também foi nomeado um interventor judicial para acompanhar os policiais. Mas caso o GBB não cumpra o mandado, uma multa de 1 milhão por dia será aplicada à empresa.

No entanto, segundo o advogado do GBB Jorge Fayad, foi uma ação policial desproporcional. Segundo o advogado, a GBB está negociando detalhes da ação com as pessoas e que ele acredita plenamente na reestruturação da empresa.

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Visita em casa

Em outra ação judicial aberta por um cliente da GBB com os saques atrasados. A justiça determinou o bloqueio dos bens de Cláudio Oliveira, controlador do Grupo Bitcoin Banco.

Sendo assim, este novo bloqueio judicial foi até a casa e a chácara de Cláudio. Tinha como objetivo a busca de obras de arte, joias, relógios e até sapatos da marca Louboutin.

Os itens chegaram a ser empacotados, mas não foram levados, após a promessa de quitação do débito nesta segunda.

Existe também uma informação de que o Cláudio teria uma passagem comprada com data para quarta-feira com destino à Suíça. A dúvida que fica é se com todos esses bloqueios a justiça liberará a partida do executivo.

A resposta da empresa

A empresa se comunicou através de nota, falando sobre toda a situação em que está envolvida.

“O GBB tem estado à disposição de seus clientes e da Justiça desde o início da crise que afetou sua operação e que foi denunciada à autoridade policial.”

No dia 24 de maio, a empresa informou a descoberta de uma ação criminosa pela qual, valendo-se de uma brecha na plataforma das exchanges do GBB. Um grupo de clientes duplicou os saldos de suas contas e efetuou saques indevidos, de dinheiro que não existia, num golpe calculado em R$ 50 milhões.

Desde então, um conjunto de ações foi adotado para superar os efeitos da fraude e regularizar o pagamento dos saques solicitados. ”


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