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Visto de trabalho pode deixar sete brasileiros de fora do UFC 250, confira

Após José Aldo perder a chance de disputar o cinturão do peso-galo, por causa da falta de visto de trabalho americano. A autorização também é empecilho para sete brasileiros que estão envolvidos no UFC 250. O evento aconteceria em São Paulo no dia 9 de maio, porém o UFC optou por transfererir a edição 250 para o Estados Unidos.

Com o UFC remanejando os eventos dos próximos dois meses para solo americano. A edição que iria acontecer em São Paulo no Ginásio do Ibirapuera, que está sendo usado como hospital de campanha, vai ser transferida e com isso pegou de surpresa diversos lutadores que não estavam preparados para lutar fora do país.

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Sete brasileiros estão sem vistos americanos para UFC 250

Além do citado José Aldo, sete lutadores estão impedido de lutar no UFC 250, todos estão sem vistos de trabalhos americano, e com consulados americanos fechados, não existe modos para renovação.

A lutadora Ketlen Vieira que enfrentaria a norte-americana Marion Reneau, no momento está sem o visto americano. A brasileira é a numero sete do ranking peso-galo feminino. A também peso-galo, Bethe Correia, até momento também não está com seu visto em dia, Bethe lutaria contra Pannie Kianzad.

Veja também: Sem Visto De Trabalho, José Aldo Está Fora Do UFC 250

A luta das lendas, Shogun e Minotouro também pode ser afetada pela ausência do visto. Ambos lutadores não possuem a liberação. Além deles, Carlos Boi que ia debutar na organização e Augusto Sakai estão sem permissão de trabalhar em solo americano.

Amanda Nunes segue no card do UFC 250 / Reprodução Twitter
Amanda Nunes segue no card do UFC 250 / Reprodução Twitter

Apenas dois lutadores brasileiros seguem no card do evento, Amanda Nunes e Fabricio Werdum, ambos moram e estavam treinando no Estados Unidos. Amanda Nunes defende seu cinturão do peso-pena contra Felicia Spencer. Já Werdum enfrenta o russo, Aleksei Oleinik.

Com a transferências do próximos eventos para o Estados Unidos, a situação pode se repetir nas próximas semanas no eventos marcados no Canadá e Austrália. Além do visto de trabalho, podemos ver como a logística para viagens dos lutadores será conduzida pelo UFC.

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