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MotoGP estuda uma maneira de repor corridas canceladas pelo coronavírus

Por conta do coronavírus, a MotoGP teve sua etapa de abertura, que seria realizada final de semana passado, no Catar, cancelada. No país correram apenas a Moto2 e a Moto3 em razão das equipes terem chegado uma semana antes para a pré-temporada. O surto também causou o adiamento da etapa seguinte, o GP da Tailândia, para o final da temporada e agora o GP dos Estados Unidos, marcado para abril, também passa a ficar ameaçado.

No final de semana a cidade de Austin, onde fica o Circuito das Américas, adotou novas medidas, o que já faz a organização da MotoGP pensar em opções, caso a corrida não possa ser realizada na data prevista. Ainda no Catar, foi discutida, inclusive, a possibilidade de fazer corridas sem público, a exemplo do que a Fórmula 1 fará no GP do Barein, segunda etapa do Mundial.

MotoGP: soluções para repor as corridas canceladas

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Apenas Moto2 e Moto3 correram no Catar: Crédito: Twitter MotoGP
Apenas Moto2 e Moto3 correram no Catar: Crédito: Twitter MotoGP

Também tem se discutido uma solução para que o campeonato tenha o número original de corridas previsto no calendário, mesmo com o cancelamento de algumas etapas. Uma das ideias, de acordo com o presidente da Federação Internacional de Motociclismo (FIM), Jorge Viegas, é que sejam realizadas rodadas duplas em algumas etapas.

Viegas acredita que o campeonato terá mais que 13 corridas – número mínimo exigido no contrato -, e diz que a temporada pode até mesmo se estender até janeiro. Ele diz que em situações assim não pode haver tabu e é preciso ter flexibilidade e imaginação. O mandatário da FIM também não descartou a possibilidade de realizar provas em circuitos que não estão no calendário de 2020.

“Na situação atual, não há tabus. Você tem que ser flexível e ter imaginação. ”

Jorge Viegas, presidente da FIM

MotoGP: medidas do governo italiano podem afetar equipes

A Itália é o país europeu com o maior número de casos de coronavírus, o que fez com que o governo local adotasse rígidas medidas, devendo impor quarentena em diversas regiões. Em algumas dessas regiões encontram-se as fabricas de equipes de MotoGP e Fórmula 1, além da fabricante de pneus Pirelli.

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Uma das regiões onde as pessoas devem ser impedidas de entrar e sair é a Lombardia, onde está instalada a fábrica da equipe Yamaha. Milão, onde fica a fábrica da Pirelli, e Modena, onde está a Ferrari, também devem entrar no regime de quarentena. Por enquanto Bolonha, onde encontra-se a sede da Ducati, e Ravena, onde fica a Alpha Tauri, ainda não se incluem na zona vermelha.

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