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Veja o que publicou Olavo de Carvalho, o cristão conselheiro de Bolsonaro

O filósofo Olavo de Carvalho, que na juventude chegou a pertencer ao partido comunista, hoje é chamado pelo colunista Pablo Ortellado,  que trabalha para  a  britânica BBC, como o responsável pelo surgimento da nova direita brasileira. E é considerado o principal influenciador ideológico do atual presidente Bolsonaro.

Olavo de Carvalho, cristão católico que considera os evangélicos irmãos de outra casa,  é além de filósofo, jornalista e escritor, tendo trabalhado em importantes órgãos de imprensa no Brasil, tais como Jornal do Brasil, Folha de São Paulo, Jornal da Tarde, Zero Hora, Diário do Comércio e no O Globo.

Recentemente Olavo de Carvalho rebatendo a onda de críticas de parte importante da mídia ao novo presidente, deixou registrado um texto com certo tom irônico, em suas redes sociais:

Olavo em defesa de Bolsonaro
Olavo em defesa de Bolsonaro

Mesmo morando hoje no estado da Virginia nos Estados Unidos, Olavo de Carvalho influencia, através de seus cursos online de filosofia,e várias conferências,  a muitos brasileiros que formam um grupo de admiradores cada vez maior.

O filósofo  escreveu dentre outros os livros: O mínimo  que você precisa saber para não ser um idiota, O Jardim das Aflições e o Imbecil Coletivo. Que alcançaram significativa vendagem. Além de um deles, o Jardim das Aflições, ter sido transformado em um filme.

Olavo de Carvalho indicou dois ministros para o corpo ministerial de Bolsonaro. São eles o ministro da educação, o acadêmico Colombiano Vélez Rodrigues e o ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo. Esse último, defensor convicto do reconhecimento de Jerusalém como capital oficial de Israel.

Em uma outra postagem Olavo de Cavalho ainda disse que o discurso de posse do ministro Ernesto Araújo havia sido antológico, confira:

Olavo de Carvalho falando do discurso do ministro Ernesto
Olavo de Carvalho falando do discurso do ministro Ernesto  Araújo

Enfim, Olavo de Carvalho, que teria recusado, antes de indicar os ministros mencionados, exercer qualquer cargo no governo de Bolsonaro, tem sido considerado mesmo uma pedra no sapato da mídia mais de cunho esquerdista no Brasil.

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